terça-feira, 7 de maio de 2013

Restart admite influência, mas nega ter plagiado One Direction

Neste domingo (5), o quarteto paulistano Restart vai mostrar que seu pop rock está cada vez menos colorido. A banda estreia turnê em São Paulo, com três novas canções, adianta o vocalista e guitarrista Pe Lu, em entrevista ao G1. “Fim do Mundo” tem levada eletrônica e "Renascer" é descrita como uma balada hard rock.
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Essas duas são inéditas, e a outra foi lançada na internet, com certa polêmica. "Cara de santa"  recebeu críticas em comentários no YouTube, Facebook e Twitter por ter arranjo que lembra o de "Kiss you", do One Direction . Pe Lu elogia a boy band britânica e seu "trabalho muito fino". "As pessoas querem sempre falar besteira da gente, fazer picuinha", resume, ao falar dos detratores que o acusaram de plágio.

G1 - O que a turnê terá de novo e o que não muda, para que fãs não reclamem?
Pe Lu - O que tem de novo de principal são as três músicas novas. Duas delas ninguém nunca escutou. A gente reformulou o repertório: tiramos músicas e colocamos outras. O que não pode faltar são as que tocaram mais. "Levo comigo" é até hoje nosso sucesso. As pessoas iriam reclamar se tirássemos. As músicas que marcaram a carreira não vão sair nunca dos shows.

G1 - Uma das músicas novas é descrita por vocês como "balada hard rock", "mais madura". Quais bandas de hard rock vocês mais gostam? "Renascer" pode indicar um caminho ainda menos colorido para o Restart?
Pe Lu - Tem uma banda de hard rock que marcou muito nossa vida que é o Guns N' Roses. Todos nós gostávamos. O Pê e Koba [baixista e guitarrista do Restart] se conheceram por causa da paixão pelo Guns. As bandas de hard rock se misturam com bandas de glam rock, Bon Jovi e Skid Row. Elas têm uma atitude de sexo, drogas e rock n' roll. Mas o visual tem roupas extravagantes. O shortinho vermelho colado do Axl marcou, as bandanas também. Essas bandas são sisudas na atitude, mas não no visual. "Renascer" tem formato rock n roll. A gente gosta de arriscar. "Cara de santa" foi um risco que corremos. Ela é diferente de tudo que a gente tinha feito. Tem uma levada pop, mas é tocada por banda de pop rock.
A produção do One Direction é um trabalho muito fino e bom. A influência vai até aí, de buscar um som pop. As pessoas querem sempre falar besteira da gente, fazer picuinha. Se as pessoas estão comparando as produções, fico feliz. Ser comparado a coisas de alto nível é bacana."
Pe Lu, guitarrista do Restart

G1 - “Fim do Mundo” é eletrônica. Como se encaixará no show?
Pe Lu - Ela tem um pop mais eletrônico, mais balada. O bacana é que somos uma banda e isso fica nítido no palco, mas a gente não se limita. Estamos sempre abertos. Temos músicas voz e violão; com guitarra distorcida; reggae; pop. O divertido de ser músico é flertar com todas as sonoridades. Foi um desafio fazer "Fim do mundo" em versão banda [ao vivo]. A gente teve que fazer uma versão diferente para o show. Ela ficou mais pesada, com mais guitarra, com bateria sempre presente. Ela não perde a energia. Ficou diferente da versão de estúdio.

G1 - Nos últimos meses, vocês são presença constante em eventos com artistas de vários gêneros. É assim em festivais, feiras, eventos como o do primeiro de maio em São Paulo, nesta semana. Como é tocar para um público que não é o mesmo dos shows do Restart?
Pe Lu - Passamos por muita situação como essas. Já tocamos no rodeio de Barretos e no dia não tinha artista parecido. Tocamos em festas, rodeios. É sempre bacana. Sempre tivemos uma receptividade legal, mesmo da galera que não era fã, não conhecia ou gosta de outro gênero. A gente arrisca vários gêneros, então, as pessoas gostam. A gente sempre acha que vai ser vaiado ou discriminado. Mas nos recebem bem. No primeiro de maio tocamos 9 da manhã para 20 mil pessoas. Quem não conhecia respeitou. Quem não gostava também. É o bacana dessas festas. Normalmente, o público recebe todo mundo bem.
Pe Lu e o Restart foram os primeiros a tocar na
festa de 1º de maio deste ano, em São Paulo
G1 - No YouTube e em redes sociais há comentários de gente comparando "Cara de santa", e "Kiss you", do One Direction. Como recebe este tipo de crítica? Fala-se até em plágio. Até que ponto o One Direction foi influência, por fazer pop bem produzido?
Pe Lu - A produção do One Direction é um trabalho muito fino e bom. A influência vai até aí, de buscar um som pop. Escutamos os top que estão fazendo isso: One Direction, Lady Gaga, Rihanna, rappers americanos com uma produção bacana. O trabalho do One Direction é diferente do trabalho da Restart. Eles são uma boy band, cinco caras que não tocam e não têm formação de banda. As pessoas querem sempre falar besteira da gente. Querem fazer picuinha. Essencialmente, o One Direction não é uma influência forte. Se as pessoas estão comparando as produções, fico feliz. Ser comparado a coisas de alto nível é bacana.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

:'(

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~JOjo

Justin Bieber interrompe show duas vezes por respeito a chamado de mesquitas

Justin Bieber interrompeu duas vezes seu show na Turquia, quinta-feira (02) em dois momentos, em respeito aos preceitos islâmicos do azan, o chamado para fieis feitos a partir das mesquitas cinco vezes ao dia.
A postura do popstar canadense de 19 anos rendeu elogios a ele pelo Twitter de fãs mulçumanos e mesmo de outras religiões. O site de celebridades HollywoodLife, que noticiou o caso, afirmou que é uma guinada e tanto para o cantor que tem ficado mais conhecido por escândalos envolvendo drogas, atrasos e brigas com paparazzi.
Nos últimos dias, no entanto, o que tem sido mais noticiado sobre ele é a retomada do relacionamento com Selena Gomez, com quem tem um namoro no estilo iôiô.

Justin Bieber e Usher são processados por violação de direitos autorais

Dois anos depois do lançamento de "Somebody To Love", Justin Bieber e seu mentor Usher foram processados por uma dupla de compositores que os acusam de ter infringido seus direitos na música.
O cantor Devin Copeland, conhecido como De Rico, e o compositor Mareio Overton entraram com a ação na corte americana nesta quinta-feira (2) alegando que compuseram a canção em 2008. A faixa veio a ser lançada no disco "My Story II", de De Rico. A música teria chegado até Usher por intermédio de um caça-talentos, que conseguiu um contrato para a dupla com a empresa Sangreel Media.
Eles também alegam que tentaram entrar em contato com Usher através de sua mãe e empresária Jonetta Patton, que chegou a afirmar que o astro do R&B tinha ouvido o álbum de De Rico e expressou interesse em levá-lo em sua turnê.
Além do mesmo título, o processo cita outras similaridades entre a original e a suposta cópia, como o refrão, alguns acordes e a mesma variação de tempo em pontos semelhantes. Os autores pedem uma indenização no valor de 10 milhões de dólares
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